Presidente do CEOV pede renúncia e deixa clube com um ano e meio de mandato pela frente
Wendel Rodrigues alegou motivos familiares para deixar o cargo; diretoria avalia manter vice até o fim do ciclo ou convocar novas eleiçõesO Operário terá uma nova condução política nos próximos

Wendel Rodrigues alegou motivos familiares para deixar o cargo; diretoria avalia manter vice até o fim do ciclo ou convocar novas eleições
O Operário terá uma nova condução política nos próximos meses. O presidente Wendel Rodrigues pediu renúncia do cargo que ocupava no clube, em decisão formalizada por meio de uma carta enviada à diretoria. O dirigente alegou questões familiares para justificar a saída, mesmo com cerca de um ano e meio de mandato ainda pela frente.
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Agora, a diretoria do Chicote da Fronteira precisa definir os rumos da gestão. Duas possibilidades estão sendo avaliadas: convocar uma nova eleição para escolher o substituto ou manter o atual vice-presidente, Roberto Moraes, no comando até o fim do mandato, previsto para o final de 2027. A tendência, segundo apuração, é que a atual diretoria siga à frente do clube até o término do ciclo administrativo.
Temporada irregular dentro de campo
O ano de 2026 foi marcado por altos e baixos para o Operário. No Campeonato Mato-grossense, o time chegou até a semifinal, onde foi eliminado pelo Mixto nos pênaltis. Na Série D do Brasileiro, a campanha foi decepcionante: o clube terminou na lanterna do Grupo 4, com apenas uma vitória em dez jogos. Já na Copa do Brasil, a eliminação veio na primeira fase, nos pênaltis, diante do Porto Velho.